Reinvenção do capitalismo: economia colaborativa compartilhada

Economia colaborativa ou compartilhada é o mais novo tipo de mercado que vem crescendo com bastante êxito em todo o mundo. Voltado para a colaboração, a nova economia mostra o quanto as trocas de relações voluntárias são importantes para todo o processo.

Segundo a PricewaterhouseCoopers (Pwc, 2015), nos Estados Unidos foram conotados que 7% da economia do país, são de pessoas que fornecem os serviços da economia compartilhada. O novo tipo de mercado surge em detrimento das “diversas” teses, as quais defendem que o governo deveria ser o centro da economia e assim, estimulando-a.

A internet como fator da economia colaborativa

No início da grande rede de computadores, Internet, não tinha ainda a característica de influência sobre a sociedade. Inclusive, poucas pessoas se atreviam a realizar transações ou algo similar na rede mundial de computadores. Tudo passou a mudar substancialmente a partir dos anos 2000, especialmente com a criação de redes sociais e blogs voltados para os usuários.

A economia compartilhada tem um grande diferencial por reutilizar e dar uma nova cara a produtos que não eram utilizados, dando então, um novo destino a aquele produto que deveria ser descartado. O grande diferencial deste tipo de economia está em se opor as antigas regras de mercado “corporativistas”. É comumente compreensível que num país onde prevalece a indústria nacional e altas taxas de impostos, seja necessária uma reinvenção por parte das pessoas e mercado, para conseguirem sobreviver.

A rede de internet foi crucial para isto, aplicativos como: Uber, Cabify, OLX, Smart e outros tantos mais, foram denotados como um dos maiores pontos no mercado moderno. A tese socialista que o “capitalismo” é selvagem está se desmontando, visto que a economia colaborativa passa a ser exclusivamente ser e pura interação entre indivíduos.

Ajuda ao meio ambiente

Existe uma falácia que o “capitalismo” não cuida do meio-ambiente. Caso realmente seja o modelo corporativista que há no mercado, é verdade; mas, quanto ao novo modelo, não. A economia colaborativa tem mudado substancialmente não apenas o mercado, mas também colaborando para que não haja mais grandes emissões de gás carbônico, por exemplo, através de praticadas batizadas de “ações sustentáveis.”

A diminuição do tráfego nas grandes cidades por exemplo, tem sido um dos pontos da nova economia. Pessoas por livre-iniciativa desejam dividir o custo de um transporte alternativo ou Uber, logo, estará colaborando para o ambiente de forma voluntária, gerando inclusive um retorno financeiro para o bolso.

De acordo com o diretor da empresa Uber no Brasil, Daniel Mangabeira, os carros são responsáveis por 22% das emissões de gases do efeito estufa do planeta. No Brasil, os congestionamentos causam R$ 156 bilhões em perda de produtividade para a economia.

Economia compartilhada é liberalismo puro

O liberalismo defende todas às práticas postas acima, as quais enfatizam o quanto o livre-mercado pode influir positivamente na sociedade. Os maiores clássicos do mercado são o Uber e porquê não, OLX! É crucial conotar-se o avanço populacional e o quanto as pessoas precisam de novas iniciativas de mercado, ficou claro, com a economia colaborativa.

No entanto, o Estado como força de coerção “legítima”, como o mesmo enfatiza, tentou de todas as formas controlar o uso no Brasil, adiando assim a chegada do aplicativo em diversos centros brasileiros.

Portanto, configura-se como livre-mercado esta nova economia, reinventando inclusive o “novo capitalismo”. No entanto, fiquemos atentos quanto as investidas do Estado para com o novo mercado, e lembrem-se: ao falar de colaboração, lembrem que tudo isto só é possível graças a cultura da liberdade econômica.

Por Matheus Siqueira

Referências

Época Negócios, São Paulo, 05 abr. 2017. Disponível em: < <http://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2017/04/epoca-negocios-uber-tem-13-milhoes-de-usuarios-no-brasil.html>. Acessado em: 03/ago/2017

PORTAL CONSUMO COLABORATIVO. Disponível em: <http://www.consumocolaborativo.cc>. Acesso em: 01/ago/2017

UBER. Disponível em: <http://www.sindimetal.com.br/wp-content/uploads/2017/05/12-05-2017.pdf>. Acesso em: 03/ago/2017

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