Solução contra estatais: o petróleo é nosso e o prejuízo também!

Aumento na gasolina novamente: o petróleo é nosso e o prejuízo também!

Esta semana a mídia digital anuncia “novamente” mais um aumento. Trata-se de um reajuste na gasolina. A Petrobrás resolveu anunciar um aumento no último dia (05/05), por este motivo, donos de postos já começam a repassar o valor para as bombas.

E tudo será repassado mais uma vez ao consumidor, já que a margem de lucro dos postos de combustíveis já operam no mínimo, e isso não me surpreende.

Imagina o seu João, que trabalha na Uber por exemplo e necessita de prover sua família, e agora, terá que lidar com preços já registrados de R$ 4,049 o litro.

Agora vamos falar onde encontra-se o erro, no monopólio estatal!

Alguém lembra quando a Petrobrás compra a refinaria de Pasadena, no Texas, em 2006. A estatal brasileira pagou US$ 360 milhões por 50% da refinaria (US$ 190 milhões pelos papéis e US$ 170 milhões pelo petróleo que estava em Pasadena). Um número exorbitantemente superior fazendo uma comparação com a Astra Oil da Bélgica, que foi negociada por cerca de US$ 42,5 milhões por 100% de totalidade.

Ainda mais! Quando relembrarmos o perdão de calote que a Petrobrás cedeu a Venezuela, eximindo-a do pagamento de dívidas contraídas pelo Brasil para obras da refinaria de Abreu e Lima em Pernambuco?!

Ou até pior, no ano de 2016 a estatal brasileira foi eleita como a empresa envolvida no 2º maior caso de corrupção no mundo de acordo com a ONG Transparência Internacional.

Solução:

É lógico que a Petrobrás gera um bônus para alguns setores estatais: gera dinheiro para políticos, empreiteiras ligadas a políticos, sindicados e ademais apadrinhados.

Sabemos que qualquer empresa gerenciada pelo governo, não corresponde a competência de prejuízo, lucro e concorrência, como está sujeita a empresa privada, e este é o problema. Tudo o que for déficit, será amparado pelo tesouro ou pelo aumento do próprio combustível — ou seja, se eximirão sempre da responsabilidade de correção.

Caso este dinheiro estivesse sobre propriedade privada, claro que haveria impostos, mas a competência e a responsabilidade de manter a empresa no eixo, seria a principal meta, desconsiderado sob todas as hipóteses os prejuízos, já que não haverá fundos para cobrir eventuais rombos.

Sendo assim, a solução mais efetiva para termos bons preços no setor de combustíveis, é legalizar a concorrência, ela sim faz todo efeito.

No Estados Unidos, especificamente em Missouri o combustível é vendido a 43 centavos de dólar e no Texas, a 45 centavos. Ao passo que no EUA, o setor petrolífero é dominado por empresas privadas.

Enquanto isso, no Brasil o petróleo é do povo, mas também o prejuízos e reajustes também.

Graduando em Administração pela Universidade Estadual da Paraíba e Presidente Fundador do Instituto Tropeiros.

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